O mercado de blindagem automotiva encerrou 2025 em posição de destaque, com 22.425 veículos blindados apenas no primeiro semestre e uma frota nacional estimada em 425 mil unidades. A demanda crescente impulsiona a adoção de materiais balísticos avançados, como polímeros de ultra-alto peso molecular e aramidas, que reduzem peso e tempo de instalação. “Alguns compostos à base de UHMWPE mostram que já existem alternativas ao aço que combinam resistência balística com redução de massa, que jogam a favor da dirigibilidade e do consumo dos veículos”, explica Flavio Galhardo, especialista em gestão de riscos e segurança.
Para 2026, o setor projeta maior competitividade entre blindadoras, soluções modulares e processos industriais mais automatizados, tornando a proteção potencialmente mais acessível. A inovação tecnológica também deve marcar presença em veículos eletrificados e no uso de grafeno. “Essas dinâmicas preservam a relevância do mercado de blindagem como uma solução privada de segurança para usuários de diferentes perfis”, afirma Galhardo. A recomendação dos especialistas é que consumidores avaliem não apenas o preço inicial, mas também fatores como nível balístico, impacto no desempenho e certificações oficiais.